Efeito da água residuária e adubação fosfatada em pigmentos fotossintéticos e macronutrientes de Moringa oleífera Lam.
DOI:
https://doi.org/10.53661/1806-9088202549263869Palavras-chave:
Eficiência na irrigação, Reutilização hídrica, Fertirrigação, Clorofilas, SustentabilidadeResumo
O uso de recursos não convencionais, como a água residuária doméstica tratada, tem se mostrado uma alternativa promissora para a irrigação agrícola em regiões semiáridas, contribuindo para a sustentabilidade hídrica. Este estudo avaliou os efeitos da fertirrigação com água residuária e da adubação fosfatada sobre os pigmentos fotossintéticos (clorofila A, clorofila B e carotenoides) e a concentração de macronutrientes (N, P e K) em folhas de Moringa oleifera Lam. O experimento foi conduzido em casa de vegetação na Estação Experimental Professor Ignácio Salcedo, do Instituto Nacional do Semiárido (INSA), em Campina Grande-PB, em solo do tipo PLANOSSOLO háplico. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com esquema fatorial 5 x 2 (cinco concentrações de água residuária e dois níveis de adubação fosfatada), totalizando 10 tratamentos. As irrigações foram manuais e o volume drenado foi coletado para cálculo da evapotranspiração. Aos 90 dias, os teores de clorofila A, B e carotenoides não diferiram significativamente entre os tratamentos com água residuária, mas a adubação fosfatada aumentou os teores de N e P na planta. A água residuária, aplicada em até 75%, elevou o teor de N e, em 100%, incrementou P e K. Conclui-se que a água residuária, com manejo adequado, é viável para a cultura da Moringa, mas exige cautela devido a possíveis interações químicas e proporções de conteúdo no solo.
Palavras-chave: Eficiência na irrigação; Reutilização hídrica; Fertirrigação; Clorofilas; Sustentabilidade
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Revista Árvore

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Todos os autores concordaram com a submissão do trabalho à Revista Árvore e concederam a licença exclusiva para publicação do artigo. Os autores afirmam que se trata de um trabalho original, e que não foi publicado anteriormente em outros meios. O conteúdo científico e as opiniões expressas no artigo são de responsabilidade total dos autores e refletem sua opinião, não representando, necessariamente, as opiniões do corpo editorial da Revista Árvore ou da Sociedade de Investigações Florestais (SIF).