https://revistaarvore.ufv.br/rarv/issue/feed Revista Árvore 2026-01-01T00:00:00-03:00 Angeline Martini rarvore@sif.org.br Open Journal Systems <div style="max-width: 800px; margin: 0 auto; background-color: #f0fff0; padding: 20px; box-shadow: 0 0 10px rgba(0, 0, 0, 0.1); border-radius: 8px;"> <p style="margin-bottom: 15px; text-align: justify; line-height: 1.8;">A Revista Árvore é um veículo de divulgação científica publicado pela Sociedade de Investigações Florestais (SIF), vinculada ao Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa, Brasil. A revista publica continuamente trabalhos originais de contribuição científica, no campo da Ciência Florestal, nas áreas de Conservação da Natureza, Silvicultura, Tecnologia e Manejo Florestal. Nosso processo de revisão segue a ética da avaliação duplo-cega e é realizada por pesquisadores altamente renomados e capacitados. Temos o privilégio de compartilhar conhecimento ininterruptamente por toda nossa história, contabilizando 183 edições e mais de 2800 artigos publicados.</p> </div> https://revistaarvore.ufv.br/rarv/article/view/263953 Aplicação potencial de fibras de Luffa cylindrica em compósitos à base de gesso 2025-09-01T13:24:46-03:00 Carolina Aparecida dos Santos carolinaapnep@gmail.com Ana Carolina Corrêa Furtini carol.furtini@gmail.com Yanka Beatriz Costa Lourenço yankalourenco97@gmail.com Edgard Geraldo Bertoli Trindade edgardgbtrindade@gmail.com Felipe Gomes Batista felipejp.gomes@gmail.com Flávia Maria Silva Brito faengflorestal@gmail.com Lourival Marin Mendes lourival@ufla.br José Benedito Guimarães Junior jose.guimaraes@ufla.br <p>A evolução social tem intensificado a busca por materiais na construção civil, condição que agrava a produção de resíduos e consumo elevado de energia e insumos não renováveis. Diante desse cenário, torna-se essencial buscar alternativas sustentáveis, por meio do uso de materiais que possam minimizar a produção de resíduos e impactos ambientais. A <em>Luffa </em><em>cylindrica </em>também conhecida como bucha vegetal, pode ser inserida em compósitos de gesso (largamente empregado na construção civil), com o objetivo de produzir materiais de caráter sustentável, resistente, leve e ecologicamente correto, com impacto positivo na construção civil, meio ambiente e economia. Este estudo tem por objetivo verificar o potencial das fibras de <em>Luffa cylindrica</em> como reforço em compósitos à base de gesso, avaliando sua interação com matrizes de gesso por meio de análises físicas e mecânicas. Cinco formulações foram produzidas com diferentes teores de fibras (0, 2,5, 5,0, 7,5 e 10,0%). Os resultados demonstraram que a inclusão de fibras de esponja vegetal não afetou significativamente a densidade aparente ou a absorção de água a curto prazo, provavelmente devido ao alto teor de lignina. Não houve alteração na resistência térmica dos compósitos nos tratamentos. Essas descobertas preliminares indicam que os compósitos de gesso reforçados com até 10% de fibras de <em>Luffa cylindrica</em> mantêm propriedades físicas e térmicas estáveis, atendendo aos requisitos mínimos de resistência à flexão previstos pela norma EN 13279-1 (2008). Portanto, o material proposto mostra-se válido e eficaz como alternativa sustentável para aplicações na construção civil, sem comprometer o desempenho do gesso convencional.<br /><br /><strong>Palavras-chave:</strong> Fibras naturais; Materiais sustentáveis; Esponja vegetal</p> 2026-01-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Revista Árvore https://revistaarvore.ufv.br/rarv/article/view/263948 Biodiversidade e uso das espécies dos sistemas agroflorestais desenvolvidos por comunidades tradicionais na Amazônia central 2025-10-21T17:03:54-03:00 Eduardo Rizzo Guimarães rizzo.eduardo@gmail.com Vitor Hugo Schunemann Vargas vitor.schunemann@gmail.com Albejamere Pereira de Castro albejamere@ufam.edu.br Jozangelo Fernandes da Cruz jozangelo.cruz@ifac.edu.br Andre Luiz Menezes Vianna andre.vianna@idesam.org.br <p>As mudanças climáticas representam o grande desafio ambiental da atualidade, e a restauração ecológica de florestas tropicais é uma das principais ações coordenadas em escala global como medida para mitigar seus impactos. Neste caminho, os sistemas agroflorestais (SAFs) são cada vez mais recomendados como uma estratégia de restauração. Este estudo teve como objetivo analisar a diversidade de usos e funções das espécies arbóreas dos SAFs manejados por populações tradicionais na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã, Amazonas, e avaliar como diferentes objetivos de produção influenciam a biodiversidade. Foram amostrados 22 SAFs, totalizando 4.006 indivíduos, pertencentes a 61 espécies. Com base na finalidade de plantio no sistema, as espécies foram classificadas segundo cinco categorias: uso na alimentação, uso medicinal, produção de madeira, produtos florestais não madeireiros e com finalidade de restauração do solo. Foram identificados 120 atributos de uso das espécies. A composição dos SAFs conforme categorias de uso foi analisada por meio de agrupamento hierárquico (UPGMA), resultando em quatro grupos distintos: (i) alimentar; (ii) madeireiro; (iii) produtos florestais não madeireiros e uso medicinal; e (iv) restauração do solo. A diversidade desses grupos foi avaliada com os índices de Shannon, Simpson, riqueza de espécies e equabilidade de Pielou. Os grupos com SAFs cujos principais usos foram para alimentação e produção madeireira apresentaram maior diversidade e riqueza de espécies, enquanto o grupo voltado à restauração do solo obteve os menores valores para esses índices. A equabilidade, por outro lado, não diferiu significativamente entre os grupos. Os resultados evidenciam que os diferentes objetivos de uso moldam a composição e estrutura dos SAFs, influenciando diretamente sua contribuição para a biodiversidade.<br /><br /><strong>Palavras-chave:</strong> Agrobiodiversidade; Conhecimento ecológico tradicional; Manejo</p> 2025-12-19T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Revista Árvore https://revistaarvore.ufv.br/rarv/article/view/263889 Influência da matriz adjacente e dos efeitos de borda na regeneração natural de uma floresta de terra firme na Amazônia central 2025-10-31T09:37:18-03:00 João Carlos Moreira Pompeu pompeu.joao123@gmail.com Alci Albiero Júnior albiero.aj@gmail.com João Victor Figueiredo Cardoso Rodrigues joao.ufam@gmail.com <p>Uma das principais consequências do desmatamento da floresta Amazônica é o efeito de borda, que por sua vez, altera as condições microclimáticas do ambiente e impacta as florestas remanescentes, afetando a regeneração natural e as características funcionais das plantas, sendo que essas mudanças influenciam na capacidade de recuperação da floresta ao longo do tempo. Este estudo avalia como o efeito de borda impacta a regeneração em uma floresta de terra firme na Amazônia Central, considerando diferentes matrizes adjacentes, como pastagens e florestas em regeneração. Realizado na Fazenda Experimental da Universidade Federal do Amazonas, o estudo utilizou três parcelas de 100 x 100 m, sendo duas próximas às matrizes e uma no interior da floresta. Foram coletadas variáveis microclimáticas, abertura do dossel e foliares dos indivíduos regenerantes para analisar suas características funcionais, com foco na estratégia ecológica C.S.R. e na fluorescência da clorofila. Os resultados mostraram que as variáveis microclimáticas e a eficiência no uso da luz variam ao longo do gradiente borda-centro, com destaque para os primeiros metros da borda. Além disso, o efeito de borda favorece características competidoras nos indivíduos regenerantes, mas também promove a tolerância ao estresse. Mesmo após 47 anos, os efeitos de borda ainda persistem, embora sejam parcialmente mitigados por florestas em regeneração adjacente, especialmente em comparação com bordas de pastagem, evidenciando diferenças na estrutura da comunidade e nas respostas ecofisiológicas dos regenerantes.<br /><br /><strong>Palavras-chave</strong>: Estratégia ecológica C.S.R.; Fluorescência; Atributos funcionais</p> 2026-01-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Revista Árvore https://revistaarvore.ufv.br/rarv/article/view/263881 Modelagem morfológica e colorimétrica para determinação de estádios de maturação de frutos de Euterpe edulis 2025-04-23T09:14:55-03:00 Guilherme Bravim Canal guilhermebravim@hotmail.com Rodrigo Sobreira Alexandre rodrigosobreiraalexandre@gmail.com Adelson Lemes da Silva Júnior adelsonlemes@yahoo.com.br José Henrique Soler Guilhen jhguilhen@gmail.com Karine Fernandes Caiafa karine.caiafa@ufv.br Marcia Flores da Silva Ferreira marcia.ferreira@ufes.br Adésio Ferreira adesioferreira@gmail.com <p>A caracterização precisa do estádio de maturação de frutos é essencial para garantir padrões de qualidade, uniformidade e valor agregado à produção. Neste estudo, foram analisadas características morfológicas e colorimétricas de frutos de <em>Euterpe edulis</em> Mart., com o objetivo de desenvolver um modelo matemático capaz de estimar, de forma eficiente, o ponto fisiológico de maturação. As variáveis avaliadas incluíram medidas dimensionais do fruto e da semente, massa fresca, volume de sementes, rendimento de polpa e atributos de cor. A análise de correlação indicou associações significativas entre a maioria das variáveis analisadas, com coeficientes variando de baixos a elevados. Correlações fortes foram observadas entre o tamanho da semente e seu peso fresco, enquanto a associação entre características morfológicas e colorimétricas foi, em geral, baixa. Por outro lado, o estádio de maturação apresentou correlação alta e significativa com os parâmetros de cor, especialmente com os componentes relacionados à luminosidade, saturação e tonalidade. Com base nesses resultados, foi possível ajustar um modelo de regressão linear múltipla utilizando os atributos colorimétricos como variáveis preditoras. O modelo final demonstrou elevada capacidade de predição e pode ser aplicado como ferramenta não destrutiva para estimar o estádio de maturação dos frutos de juçara. Essa abordagem contribui para a padronização do ponto de colheita, otimizando o aproveitamento da polpa e agregando valor à cadeia produtiva da espécie. Dentre os diferentes modelos lineares múltiplos gerados com o uso dos índices colorimétricos, o que melhor se ajustou foi o modelo: Y ̂=4.93543-0.04511*L-0.11503*C+0.04952*b+0.02832*a+0.00097*h.<br /><br /><strong>Palavras-chave:</strong> Juçara; Índices colorimétricos; Modelos lineares múltiplos</p> 2025-11-06T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Revista Árvore https://revistaarvore.ufv.br/rarv/article/view/263952 Tamanho de miniestacas, manejo do estufim e fitohormônios na propagação clonal de Eucalyptus urophylla e híbridos de Corymbia spp. 2025-10-20T18:03:58-03:00 Rosália Nazareth Rosa Trindade rosalia.trindade@ufvjm.edu.br Gabriel Faria Parreiras de Andrade gabriel.p.andrade@ufv.br Augusto Matias de Oliveira augusto2013ufpi@gmail.com Miranda Titon mtiton@ufvjm.edu.br Márcia Regina da Costa marcia.costa@ufvjm.edu.br <p>A área plantada com clones do gênero <em>Corymbia</em> spp. aumentará nos próximos anos, apesar de sua difícil propagação. O objetivo então foi avaliar o tamanho de miniestacas, tempo de abertura do estufim, e uso de reguladores de crescimento na clonagem de <em>Corymbia </em>spp<em>. </em>Foram montados quatro experimentos com três clones: <em>C. citriodora</em> x <em>C. torelliana</em>, <em>C. torelliana </em>x <em>C. citriodora</em> e <em>E. urophylla</em>, que atuou como controle pela facilidade na propagação, o resultado do experimento anterior otimizou o próximo. Inicialmente foram testados três tamanhos de miniestacas: 5, 10 e 15 cm de comprimento. No segundo três tempos de coletas das miniestacas após abertura do estufim: 0, 24 e 48 horas. Para o terceiro experimento foram testadas cinco concentrações de ácido indolbutírico AIB (0, 500, 1000, 1500 e 2000 mg kg<sup>-1</sup>) e por fim cinco concentrações de um formulado com diferentes fitorreguladores (0, 1, 2, 3 e 4 mL L<sup>-1</sup>). Os experimentos foram conduzidos em blocos casualizados em esquema fatorial em função do genótipo. Em cada experimento avaliou-se: aproveitamento final de mudas, sobrevivência, altura de plantas, comprimento de raiz, e massa seca de raízes, parte aérea e total. Miniestacas de 15 cm foram melhores para o crescimento de ambos híbridos, em relação ao tempo de abertura do estufim, verificou-se que o intervalo de 24 horas após a abertura foi o melhor para as miniestacas de <em>C. citriodora</em> x <em>C. torelliana.</em> Aplicações de 2000 e 1000 mg kg<sup>-1</sup> de AIB favorecem o enraizamento de <em>Corymbia </em>spp., que pode ter a qualidade de mudas melhorada com aplicação de 4 mL L<sup>-1</sup> do formulado com diferentes hormônios.<br /><br /><strong>Palavras-chave:</strong> Viveiro florestal; Reguladores de Crescimento vegetal; Silvicultura</p> 2025-12-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Revista Árvore https://revistaarvore.ufv.br/rarv/article/view/263996 A retirada de biomassa residual de Pinus taeda L. altera a qualidade física de um Latossolo Vermelho Distroférrico? 2025-11-03T18:28:24-03:00 Denise Andreia Szymczak denisea@utfpr.edu.br Eleandro José Brun eleandrobrun.utfpr@gmail.com Dalvan José Reinert dalvan@ufsm.br Carlos César Mezzalira carlosmezzalira@gmail.com Taciana Frigotto tacianafrigotto@gmail.com Bruna Thalia Silveira Sabino bruna.thalia18@hotmail.com João Paulo de Oliveira Santos joao.santos@ifro.edu.br <p>O desenvolvimento econômico e a agenda ambiental têm avançado de forma conjunta nos últimos anos, o que tem ampliado a necessidade de mitigar os impactos negativos associados à mecanização da colheita florestal, especialmente sobre a qualidade física do solo. Diante disso, este estudo teve como objetivo avaliar as alterações nas propriedades físicas do solo antes e após a colheita florestal, simulando o tráfego de máquinas sobre diferentes quantidades de resíduos. O experimento foi conduzido no município de Quedas do Iguaçu – PR, em um povoamento de <em>Pinus taeda</em> L. com 25 anos de idade, pertencente à empresa Araupel S.A. O solo foi classificado como Latossolo Vermelho Distroférrico. Adotou-se o delineamento em blocos ao acaso, em parcelas subdivididas no tempo, com quatro repetições. Os tratamentos consistiram em cinco níveis de cobertura por resíduos da colheita (0%, 25%, 50%, 75% e 100%), sobre os quais houve o tráfego simulado de <em>harvester</em> e <em>forwarder</em>, representando as operações de corte e baldeio da madeira. As amostragens do solo foram realizadas antes e após o tráfego, compondo as subparcelas. Os resultados indicaram que o tráfego das máquinas promoveu compactação na camada superficial do solo (0–10 cm), independentemente da quantidade de resíduo na superfície. No entanto, os níveis de compactação observados não atingiram limites críticos que comprometessem o desenvolvimento do sistema radicular do <em>Pinus</em>.<br /><br /><strong>Palavras-chave:</strong> Solo florestal; Propriedades do solo; Atributos físicos</p> 2026-01-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Revista Árvore https://revistaarvore.ufv.br/rarv/article/view/263981 Uso de sensoriamento remoto de múltiplas fontes e estimador de regressão para quantificar o estoque de biomassa de um fragmento de Mata Atlântica 2025-09-12T11:21:50-03:00 Talles Bhering de Matos talles.matos@ufv.br Amanda Camargos de Moura amanda.moura@ufv.br Mikaely Vasconcelos Paulo mikaely.paulo@ufv.br Vivian Silva Santos vivian.s.santos@ufv.br Luiana Rolim de Azevedo luiana.azevedo@ufv.br Alexandre Simões Lorenzon alexandre.lorenzon@ufv.br Carlos Moreira Miquelino Eleto Torres carlos.eleto@ufv.br Elpidio Inácio Fernandes Filho elpidio@ufv.br Ernani Possato ernani.possato@ufv.br José Marinaldo Gleriani gleriani@ufv.br Diogo Nepomuceno Cosenza diogo.cosenza@ufv.br <p>A quantificação da biomassa florestal (Mg ha<sup>-1</sup>) é fundamental para o monitoramento de ecossistemas, especialmente em áreas sob pressão antrópica, como os fragmentos da Mata Atlântica. Este estudo teve como objetivo comparar sensores remotos no mapeamento da biomassa de um fragmento de Mata Atlântica e na estimativa do estoque populacional. Dez parcelas de 0,1 ha foram distribuídas aleatoriamente em um fragmento de 17 ha. Foram avaliados dados do Sentinel-1 (S1), Sentinel-2 (S2), fotogrametria aérea digital (DAP) e a fusão entre eles para a construção de modelos preditivos. Modelos lineares com dois preditores foram ajustados: um para cada sensor e outro com fusão de dados, selecionando os melhores preditores entre todos. Os modelos foram aplicados para estimar a biomassa do povoamento usando estimador de regressão. O modelo baseado em fusão de dados apresentou o melhor desempenho preditivo (RMSE = 41%), enquanto o baseado em DAP teve o maior erro (RMSE = 64%). Contudo, a estimativa populacional mais precisa foi obtida com o modelo baseado no S2 (SE = 21 Mg ha<sup>-1</sup>), com eficiência relativa de 7% comparado com o inventário tradicional (SE = 22 Mg ha<sup>-1</sup>). As estimativas baseadas em DAP, S1 e fusão foram menos precisas que a do inventário de campo. As métricas selecionadas, como os índices de vegetação (S2) e as métricas texturais (S1), refletiram a sensibilidade dos sensores à estrutura do dossel e à abundância foliar. A DAP apresentou limitações, possivelmente por sua baixa penetração no dossel. Conclui-se que, embora a fusão de dados entre DAP e S2 ter gerado o melhor modelo para mapeamento de biomassa, o S2 isoladamente foi mais vantajoso para estimativas populacionais em fragmentos florestais com amostragem limitada.<br /><br /><strong>Palavras-chave:</strong> Inventário florestal; Mensuração florestal; Caracterização florestal</p> 2025-12-19T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2025 Revista Árvore